Aluguel de Compressor para Jateamento Abrasivo: como escolher o equipamento certo
O aluguel de compressor para jateamento abrasivo atende empresas que precisam remover ferrugem, pinturas antigas, carepas, oxidações e outras contaminações antes da aplicação de um novo revestimento. Para que o jateamento mantenha produtividade e uniformidade, o compressor deve fornecer vazão e pressão compatíveis com o bico, o abrasivo, a mangueira e o padrão de preparação exigido. Neste conteúdo, você entenderá como dimensionar o conjunto, quais fatores aumentam o consumo de ar e o que informar antes de solicitar uma cotação.
O jateamento abrasivo utiliza ar comprimido para acelerar partículas contra uma superfície. O impacto remove materiais indesejados e produz uma condição apropriada para inspeção, manutenção ou pintura.
É uma operação com elevado consumo de ar. Por isso, escolher o compressor apenas pelo preço, pela potência do motor ou por uma indicação genérica pode provocar perda de pressão, baixa produtividade e resultado irregular.
O dimensionamento correto precisa considerar toda a instalação, desde a saída do compressor até o bico utilizado pelo jatista.
Quando alugar um compressor para jateamento?
A locação é indicada para operações temporárias, contratos de manutenção, paradas industriais, reformas, montagens e serviços realizados em diferentes locais.
Também é uma alternativa para empresas que não desejam manter um compressor próprio parado entre os projetos ou assumir permanentemente os custos de manutenção, transporte e armazenamento.
O conjunto pode ser utilizado na preparação de:
- estruturas metálicas;
- tanques e reservatórios;
- tubulações;
- máquinas e equipamentos;
- carrocerias e implementos;
- pontes e passarelas;
- plataformas e componentes industriais;
- pisos e superfícies compatíveis;
- peças metálicas;
- estruturas destinadas à repintura.
A aplicação precisa ser avaliada tecnicamente. O material da superfície, sua espessura, a contaminação existente e o acabamento desejado influenciam o processo escolhido.
Como funciona o jateamento abrasivo?
No sistema pressurizado, o abrasivo é colocado em um equipamento próprio e conduzido por uma mangueira até o bico. O ar comprimido fornece a energia necessária para transportar e acelerar as partículas.
Ao atingirem a superfície, essas partículas removem ferrugem, tinta, carepas e outros materiais. O resultado depende da energia do impacto, do abrasivo, da distância de aplicação, do ângulo do bico e da técnica do operador.
O compressor não atua sozinho. Um conjunto de jateamento normalmente envolve mangueiras, conexões, reservatório de abrasivo, válvulas, bico, dispositivos de controle e componentes destinados ao tratamento do ar.
Qualquer restrição ou falha nesses elementos pode reduzir a produtividade, mesmo quando o compressor possui capacidade nominal suficiente.
Qual compressor usar para jateamento abrasivo?
A escolha começa pelo consumo de ar do bico de jateamento. O diâmetro interno do bico e a pressão de trabalho estão entre os fatores que mais influenciam a demanda.
Quanto maior for a abertura do bico, maior tende a ser o volume de ar necessário para manter a operação. O desgaste também aumenta gradualmente essa abertura e, consequentemente, o consumo.
Além do bico, devem ser considerados:
- número de jatistas trabalhando simultaneamente;
- pressão necessária no ponto de aplicação;
- tipo e estado do bico;
- comprimento e diâmetro das mangueiras;
- abrasivo utilizado;
- padrão de preparação desejado;
- tempo diário de operação;
- altitude e condições ambientais;
- perdas nas conexões;
- necessidade de ar para outros equipamentos;
- margem para desgaste do bico.
Não é seguro definir a capacidade apenas com base na informação “será usado para jateamento”. A locadora precisa conhecer a configuração real da operação.
Vazão é fundamental no jateamento
A pressão representa a condição na qual o ar é fornecido. A vazão indica quanto ar o compressor consegue disponibilizar durante determinado período.
No jateamento, essas duas características precisam ser mantidas simultaneamente. Um equipamento pode atingir determinada pressão com a saída fechada, mas não conseguir sustentá-la quando o bico começa a consumir ar continuamente.
Quando a vazão é insuficiente, a pressão no bico diminui. O abrasivo perde velocidade, a remoção fica mais lenta e o operador precisa permanecer por mais tempo sobre a mesma área.
Isso pode aumentar o consumo de abrasivo, de combustível e de horas de trabalho. Portanto, economizar na capacidade do compressor pode tornar toda a operação mais cara.
O diâmetro do bico muda o consumo de ar
O diâmetro interno do bico é uma informação indispensável para o dimensionamento.
Uma pequena mudança nessa abertura pode representar aumento relevante na demanda de ar. Por esse motivo, não basta informar o tamanho original: é importante verificar o desgaste real da peça.
Durante o trabalho, o abrasivo desgasta gradualmente o interior do bico. Embora a alteração visual pareça pequena, o consumo pode crescer até superar a capacidade disponível.
O bico deve ser medido e inspecionado periodicamente. Se o compressor trabalhava adequadamente no começo e passou a perder pressão, o desgaste pode ser uma das causas.
Substituir o bico no momento correto ajuda a preservar a estabilidade e o controle do processo.
Um compressor pode alimentar dois jatistas?
Pode, desde que a vazão seja suficiente para atender ao consumo simultâneo dos dois bicos, às perdas da distribuição e aos demais pontos conectados.
Não é correto simplesmente instalar uma derivação e conectar o segundo conjunto. A capacidade precisa ser recalculada.
Quando dois operadores trabalham ao mesmo tempo, a distribuição também deve permitir que ambos recebam ar de maneira equilibrada. Mangueiras inadequadas ou ramais restritivos podem fazer um ponto funcionar melhor do que o outro.
O teste deve ser realizado com todos os bicos abertos simultaneamente, nas condições reais de trabalho. Avaliar cada linha separadamente não demonstra como o sistema se comportará durante a operação completa.
Compressor para jato de areia e outros abrasivos
A expressão “jato de areia” ainda é utilizada popularmente para identificar diferentes processos de jateamento. Entretanto, existem vários abrasivos e cada aplicação precisa respeitar requisitos técnicos, ambientais e de segurança.
A escolha do material abrasivo depende da superfície, da contaminação, do perfil necessário, do revestimento posterior e das restrições do local.
Entre as características que influenciam o processo estão granulometria, formato das partículas, dureza, densidade, capacidade de reutilização e geração de poeira.
O compressor fornece a energia do ar, mas o desempenho final também depende da combinação correta entre abrasivo, bico, pressão e técnica de aplicação.
A utilização de materiais inadequados pode gerar riscos graves à saúde e ao ambiente. A empresa responsável deve verificar a legislação, as fichas de segurança e os procedimentos aplicáveis ao produto escolhido.
Jateamento de estruturas metálicas
Estruturas metálicas frequentemente precisam ser preparadas antes de receber pintura protetiva.
Ferrugem, carepa, revestimentos deteriorados, óleo e outras contaminações podem impedir a aderência adequada da nova camada.
O jateamento ajuda a remover materiais indesejados e criar um perfil superficial compatível com o sistema de pintura especificado. Contudo, a preparação não deve ser definida de forma genérica.
O grau de limpeza e o perfil necessário dependem da especificação do projeto, do ambiente de exposição e do revestimento que será aplicado.
Depois do jateamento, a superfície precisa ser protegida contra nova contaminação. Em determinadas condições, o aço pode voltar a oxidar rapidamente, principalmente quando existe umidade elevada.
Jateamento em tanques e reservatórios
O jateamento interno de tanques exige planejamento rigoroso de segurança, ventilação, iluminação, controle de poeira, acesso e retirada de resíduos.
O compressor a diesel deve permanecer em uma área externa e ventilada. Seus gases de escape não podem ser conduzidos para o interior do reservatório nem alcançar tomadas de ventilação.
O ar utilizado no bico não deve ser confundido com ar respirável. Sistemas de proteção respiratória possuem exigências próprias de tratamento e monitoramento.
Como o trabalho pode ser classificado como atividade em espaço confinado, os responsáveis precisam seguir os procedimentos específicos, incluindo avaliação da atmosfera, controle de acesso, comunicação, supervisão e planejamento de emergência.
A capacidade do compressor também deve considerar o comprimento adicional das linhas necessárias para alcançar a parte interna da estrutura.
Jateamento em paradas industriais
Durante uma parada industrial, o prazo costuma ser curto e várias equipes podem compartilhar a mesma área.
O planejamento precisa identificar antecipadamente todos os consumidores de ar comprimido. Além do jateamento, podem existir ferramentas pneumáticas, operações de limpeza, pintura e instrumentos conectados ao mesmo sistema.
Se o compressor for dimensionado apenas para um serviço, a pressão poderá cair quando outras equipes iniciarem suas atividades.
A demanda deve ser calculada para as condições de maior simultaneidade. Quando o compartilhamento representar risco elevado de interferência, pode ser mais seguro separar os sistemas.
Também é necessário definir rotas de mangueiras, áreas de abastecimento, isolamento, movimentação de materiais e posicionamento do compressor.
Compressor a diesel para jateamento
O compressor a diesel é muito utilizado em jateamento devido à mobilidade e à possibilidade de trabalhar em locais sem estrutura elétrica adequada.
Pode atender obras externas, pátios, áreas industriais, estruturas remotas e frentes que mudam de posição.
Entretanto, o equipamento produz ruído, calor e gases de escape. Deve ser instalado sobre terreno firme, nivelado e em área com ventilação suficiente.
O escape não pode ficar direcionado para o jatista, para a superfície preparada, para portas, janelas ou entradas de ar.
O posicionamento deve permitir abastecimento, inspeção e manutenção sem interferir na área de jateamento. Também é importante evitar que o equipamento aspire uma concentração excessiva de poeira abrasiva.
Compressor elétrico para jateamento
O compressor elétrico pode ser avaliado quando existe infraestrutura compatível com a potência exigida e o local possui condições adequadas de instalação.
Antes da mobilização, devem ser conferidos tensão, capacidade disponível, cabos, proteções e características do quadro elétrico.
Compressores de maior capacidade podem exigir uma infraestrutura significativa. Ligações improvisadas ou extensões sem dimensionamento não são aceitáveis.
A decisão entre diesel e elétrico deve considerar mobilidade, ventilação, disponibilidade de energia, duração do contrato, acesso ao local e custo total da operação.
Qualidade do ar comprimido
O ar utilizado no jateamento precisa apresentar condições compatíveis com o processo.
A umidade pode causar aglomeração do abrasivo, obstruções e irregularidades no fluxo. Também pode contaminar uma superfície recém-preparada e favorecer o retorno da oxidação.
Óleo e outros contaminantes presentes na linha podem prejudicar a aderência do revestimento aplicado posteriormente.
Separadores, filtros, resfriadores e sistemas de drenagem podem ser necessários conforme as condições ambientais e a exigência do trabalho.
O tratamento deve ser dimensionado para a vazão real. Um filtro pequeno pode se transformar em uma restrição e provocar queda de pressão.
Por que aparece água na linha?
O ar atmosférico possui umidade. Durante a compressão e o posterior resfriamento, parte dessa umidade pode se transformar em condensado.
A quantidade formada varia conforme temperatura, umidade do ambiente, tempo de operação e características do sistema.
Dias quentes e úmidos podem exigir atenção ainda maior. Linhas longas também permitem que o ar esfrie e forme condensado ao longo do percurso.
A drenagem deve ser planejada e realizada conforme as orientações do equipamento. Simplesmente abrir uma conexão ou improvisar uma descarga pode representar risco.
Quando a operação exige alto padrão de limpeza, a qualidade do ar precisa ser verificada antes do início do serviço.
Mangueiras para jateamento abrasivo
As mangueiras influenciam diretamente a pressão disponível no bico.
Linhas estreitas, excessivamente longas, dobradas ou danificadas criam restrições. O mesmo ocorre com engates de passagem interna reduzida e adaptações improvisadas.
A mangueira deve ser compatível com a pressão de trabalho, com o abrasivo e com as condições do ambiente. Também precisa resistir ao desgaste e permanecer protegida contra cortes, esmagamentos e contato com superfícies quentes.
Em áreas com circulação de veículos, devem ser instaladas proteções apropriadas ou definidas rotas seguras.
Os terminais, travas e conexões precisam ser inspecionados antes da pressurização. A desconexão de uma mangueira sob pressão pode causar movimentação violenta e acidentes graves.
A distância entre compressor e bico
Não existe uma distância máxima universal. O efeito depende do comprimento, do diâmetro das mangueiras, da vazão e da quantidade de conexões.
Quanto maior o percurso, maiores tendem a ser as perdas. Em frentes distantes, pode ser necessário utilizar uma linha principal de maior diâmetro e distribuir o ar mais próximo da operação.
Aumentar a regulagem da pressão do compressor não deve ser a primeira tentativa de corrigir um problema. Antes disso, devem ser procurados vazamentos, restrições, filtros saturados e mangueiras inadequadas.
O dado mais importante é a pressão disponível no bico enquanto o sistema está funcionando.
Pressão no compressor e pressão no bico
A pressão indicada no painel do compressor não representa necessariamente a condição existente na extremidade da mangueira.
O ar perde energia ao percorrer linhas, válvulas, conexões e filtros. Quanto maior a vazão, mais significativas podem ser essas perdas.
Por isso, a verificação precisa ocorrer próxima ao ponto de utilização e durante o fluxo.
Uma leitura feita com o bico fechado pode parecer adequada. Quando o jatista inicia o trabalho, a pressão pode cair de forma considerável.
Se isso acontecer, é necessário analisar toda a distribuição antes de concluir que o compressor está com defeito.
A importância do reservatório de abrasivo
O reservatório, frequentemente chamado de máquina de jato ou panela de jateamento, precisa ser compatível com o processo e estar em condições seguras de uso.
Válvulas, vedações, comandos e dispositivos de segurança devem ser inspecionados. Vazamentos provocam perda de ar, dispersão de material e instabilidade operacional.
A alimentação do abrasivo precisa ocorrer de maneira regular. Quando o material está úmido ou contém partículas incompatíveis, pode haver entupimento e fluxo intermitente.
O equipamento pressurizado deve ser operado somente por profissionais treinados, seguindo as orientações do fabricante e os procedimentos definidos para a atividade.
Como o abrasivo interfere na produtividade?
A produtividade não depende somente do compressor.
Abrasivos diferentes apresentam comportamento distinto no transporte, no impacto e na remoção da contaminação. A granulometria também influencia a passagem pelo bico e o acabamento produzido.
Material úmido, contaminado ou com distribuição granulométrica inadequada pode causar interrupções e resultado irregular.
A quantidade fornecida deve ser regulada. Excesso de abrasivo nem sempre melhora a limpeza e pode aumentar o consumo, o desperdício e o desgaste dos componentes.
O ajuste deve buscar um equilíbrio entre ar, abrasivo, pressão e velocidade de avanço.
Preparação para pintura industrial
O jateamento e a pintura fazem parte de um sistema integrado de proteção.
Não adianta produzir uma superfície adequada e permitir que ela seja contaminada antes da aplicação do revestimento. Poeira, umidade, óleo, contato das mãos e resíduos do próprio abrasivo podem prejudicar a aderência.
Após o jateamento, devem ser realizados os procedimentos de inspeção e limpeza definidos na especificação.
O intervalo até a pintura precisa ser controlado. Dependendo das condições do ambiente, pode ocorrer oxidação superficial em pouco tempo.
O planejamento deve coordenar a produtividade do jateamento com a capacidade da equipe de inspeção e pintura.
Segurança no jateamento abrasivo
O jateamento envolve partículas em alta velocidade, poeira, ruído, mangueiras pressurizadas e baixa visibilidade na área de trabalho.
A região precisa ser isolada para evitar a entrada de pessoas não autorizadas. Os equipamentos de proteção e as medidas coletivas devem ser definidos com base nos riscos reais.
A proteção respiratória exige atenção especial. O tipo de abrasivo, o revestimento removido e a superfície trabalhada podem liberar contaminantes perigosos.
Tintas antigas, resíduos industriais e materiais desconhecidos devem ser avaliados antes do início. Não se deve presumir que toda poeira gerada seja inofensiva.
Também é necessário controlar o ruído, a projeção de partículas, o descarte dos resíduos e o risco de movimentação das mangueiras.
O compressor fornece ar respirável?
A linha comum de um compressor de obra ou industrial não deve ser utilizada diretamente como fonte de ar respirável.
Ar para respiração exige sistema específico de tratamento, controle, monitoramento e segurança. A ausência de odor não comprova que o ar esteja adequado.
Podem existir óleo, partículas, vapores, gases de escape e outros contaminantes.
A proteção respiratória dos jatistas deve ser definida pelos profissionais responsáveis pela segurança do trabalho e seguir os requisitos aplicáveis à operação.
Improvisar uma ligação entre a linha de processo e a máscara pode colocar a vida do operador em risco.
Jateamento em ambientes fechados
O jateamento dentro de galpões, cabines, tanques ou estruturas fechadas exige ventilação e controle da concentração de poeira.
O compressor a diesel deve permanecer externamente, em local seguro e ventilado. O escape precisa ficar distante das entradas de ar.
A baixa visibilidade pode dificultar a comunicação e a movimentação. Por isso, é importante definir rotas de entrada e saída, iluminação, supervisão e formas de interromper rapidamente o fornecimento.
Quando houver risco de atmosfera perigosa ou caracterização de espaço confinado, devem ser adotados os procedimentos específicos para essa condição.
O fornecimento de ar comprimido ao bico não substitui a renovação do ar do ambiente.
O que provoca perda de pressão durante o jateamento?
A perda de pressão pode ter diferentes causas:
- compressor com vazão insuficiente;
- bico maior do que o considerado;
- desgaste do bico;
- mangueira estreita ou muito longa;
- excesso de conexões;
- engates restritivos;
- vazamentos;
- filtros saturados;
- reguladores subdimensionados;
- funcionamento simultâneo de outros equipamentos;
- regulagem incorreta;
- manutenção inadequada do conjunto.
O diagnóstico deve avaliar o sistema completo. Trocar o compressor por um modelo maior sem identificar uma restrição pode aumentar o custo sem resolver o problema.
O compressor está funcionando, mas o jateamento está fraco
Quando o desempenho está abaixo do esperado, primeiro deve ser verificada a pressão durante o funcionamento.
Em seguida, é necessário conferir o diâmetro e o desgaste do bico, o estado das mangueiras, as conexões e a existência de vazamentos.
O fluxo de abrasivo também precisa ser analisado. Material úmido, regulagem inadequada ou obstrução podem fazer a operação parecer fraca mesmo quando o ar está sendo fornecido corretamente.
A técnica do operador, a distância até a superfície e o ângulo de aplicação influenciam o resultado.
Se o problema aparecer somente quando um segundo jatista começa a trabalhar, a causa provável está relacionada à demanda simultânea ou à distribuição.
Erros comuns ao alugar compressor para jateamento
Um dos erros mais frequentes é não informar o diâmetro do bico. Outro é considerar apenas a pressão e ignorar a vazão.
Também ocorrem problemas quando a empresa:
- não verifica o desgaste do bico;
- adiciona outro jatista sem recalcular a demanda;
- utiliza mangueiras estreitas;
- ignora a formação de condensado;
- instala filtros muito pequenos;
- compartilha o compressor com outras ferramentas;
- não considera a distância da frente de trabalho;
- posiciona o compressor no meio da poeira;
- direciona o escape para a operação;
- não testa o conjunto completo;
- escolhe somente pelo menor preço.
Essas falhas reduzem a produtividade e podem comprometer a preparação da superfície.
Como testar o sistema antes de começar?
O teste deve reproduzir as condições reais de operação.
Todas as mangueiras, filtros, conexões e equipamentos previstos devem estar instalados. Se houver dois jatistas, os dois bicos precisam funcionar simultaneamente.
Durante o teste, devem ser observados:
- estabilidade da pressão;
- regularidade do fluxo de abrasivo;
- presença de água ou óleo;
- vazamentos;
- comportamento das mangueiras;
- funcionamento das válvulas;
- resultado produzido na superfície;
- consumo do conjunto.
É recomendável realizar uma pequena área de teste e submetê-la à avaliação responsável antes de avançar sobre toda a estrutura.
Alugar ou comprar um compressor para jateamento?
A compra pode ser adequada quando a empresa executa jateamento continuamente e possui estrutura para transportar, armazenar e realizar a manutenção do equipamento.
Para projetos temporários, a locação permite escolher a capacidade conforme cada contrato. Uma operação com um único bico apresenta demanda diferente de uma parada industrial com vários jatistas.
A comparação deve incluir o custo de aquisição, manutenção, combustível, transporte, armazenamento, inspeções e períodos de ociosidade.
Também é necessário considerar o impacto de uma máquina indisponível durante um projeto. Na locação, as condições de atendimento e suporte devem fazer parte da análise comercial.
O que informar para solicitar um orçamento?
Para receber uma indicação coerente, informe:
- cidade e endereço do serviço;
- período previsto de locação;
- tipo de superfície;
- condição atual da estrutura;
- área aproximada;
- padrão de preparação desejado;
- abrasivo utilizado;
- diâmetro dos bicos;
- quantidade de jatistas;
- número de bicos simultâneos;
- pressão de trabalho;
- comprimento das mangueiras;
- horas de funcionamento por dia;
- ambiente aberto ou fechado;
- disponibilidade de energia;
- condições de acesso;
- necessidade de movimentar o compressor;
- outros equipamentos que usarão a mesma linha;
- tratamento do ar necessário.
Fotos do local, dos bicos, do reservatório de abrasivo e da distribuição planejada ajudam a locadora a compreender a operação.
Dica prática: meça o bico antes de dimensionar
Não considere apenas a medida gravada ou informada na compra do bico.
O abrasivo desgasta sua passagem interna e aumenta gradualmente o consumo de ar. Uma medição antes da mobilização ajuda a evitar que o compressor seja escolhido com base em uma dimensão que já não corresponde à realidade.
Durante trabalhos prolongados, o bico deve continuar sendo acompanhado. Se a pressão começar a cair sem alteração aparente no restante do sistema, verifique novamente seu desgaste.
Essa inspeção simples pode evitar baixa produtividade e trocas desnecessárias de compressor.
Perguntas frequentes sobre compressor para jateamento abrasivo
Quanto custa alugar um compressor para jateamento?
O preço depende da capacidade, duração da locação, localização, transporte, horas de funcionamento e configuração necessária. A quantidade e o diâmetro dos bicos são informações essenciais para a cotação.
Qual compressor devo usar para jateamento abrasivo?
O compressor deve fornecer a vazão exigida pelo bico e manter a pressão necessária durante a operação. Mangueiras, conexões, tratamento do ar e número de jatistas também precisam ser considerados.
Um compressor pode alimentar dois bicos?
Pode, desde que sua capacidade atenda ao consumo simultâneo dos dois bicos e compense as perdas existentes na distribuição.
Por que o jateamento perde força?
As causas podem incluir vazão insuficiente, desgaste do bico, mangueira estreita, vazamentos, filtros obstruídos, excesso de conexões ou utilização simultânea de outros equipamentos.
Bico desgastado consome mais ar?
Sim. O desgaste aumenta o diâmetro interno e pode elevar a demanda de ar além da capacidade inicialmente calculada.
Preciso tratar o ar do compressor?
Dependendo do processo, sim. Umidade, óleo e partículas podem interferir no fluxo do abrasivo e contaminar a superfície preparada.
Compressor a diesel pode trabalhar dentro de galpão?
Equipamentos a diesel não devem operar em ambientes fechados sem condições tecnicamente seguras de ventilação e exaustão. Em geral, ficam na área externa e o ar é conduzido por mangueiras.
Mangueira longa diminui a pressão?
Pode diminuir. O comprimento, o diâmetro interno, a vazão e as conexões precisam ser avaliados em conjunto.
Posso usar o mesmo compressor para jateamento e pintura?
Pode ser tecnicamente possível em etapas separadas, desde que a capacidade e a qualidade do ar sejam compatíveis. Para uso simultâneo, os consumos precisam ser somados e o tratamento do ar cuidadosamente avaliado.
O ar do compressor pode ser usado para respirar?
Não diretamente. Ar respirável exige equipamentos, tratamento, monitoramento e procedimentos específicos.
O compressor maior sempre aumenta a produtividade?
Não. Ele melhora o desempenho quando o sistema anterior não fornecia ar suficiente. Depois que a demanda do bico é atendida, a produtividade também dependerá do abrasivo, da superfície, do operador e do restante do conjunto.
Solicite o aluguel de compressor para jateamento abrasivo
A Argil Equipamentos atende empresas que procuram aluguel de compressor para jateamento abrasivo em estruturas metálicas, tanques, máquinas, tubulações, obras e paradas industriais.
Para receber uma indicação compatível, informe o diâmetro e a quantidade dos bicos, o número de jatistas, o comprimento das mangueiras, a pressão de trabalho, o abrasivo utilizado e o período previsto de locação.
Entre em contato com a Argil e solicite uma avaliação para locar um compressor adequado às condições do seu serviço.
Tags: